uxílio Emergencial

Dataprev 2022

A dataprev 2022 ja esta fazendo o pagamento do auxílio emgencial.

A Caixa Econômica Federal (CEF) fará ainda em fevereiro novos pagamentos referentes ao Auxílio Emergencial. Vale lembrar que foram realizados pagamentos no dia 13 de janeiro de 2022 para quase 1 milhão de beneficiários.

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No entanto, é importante lembrar que os pagamentos da última parcela do benefício emergencial foram feitos no mês de outubro do ano passado, o mesmo mês em que o Bolsa Família chegou ao fim. No mês seguinte, o novo programa Auxílio Brasil foi lançado pelo Governo Federal.

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Nesse período citado anteriormente, a 7ª parcela do Auxílio Emergencial do ano passado foi paga por meio da conta digital do aplicativo Caixa Tem para um total de 36 milhões de brasileiros. Foram beneficiários que, ao longo do programa, continuaram a atender aos requisitos de participação.

Com o anúncio de que o Governo faria o pagamento de novas parcelas do benefício, muitas pessoas associaram a uma prorrogação do Auxílio Emergencial em 2022. No entanto, esses valores pagos em janeiro e que serão pagos em fevereiro referem-se a um benefício emergencial para um novo grupo de pessoas.

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Os novos pagamentos serão realizados para 823,4 mil pais solteiros chefes de família monoparental que não receberam as cotas duplas do programa em 2020.

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Auxílio Emergencial terá novas parcelas em liberada pela dataprev 2022?

Algumas pessoas não sabem, mas o fato é que o Governo Federal já deu início à liberação de novas parcelas do auxílio emergencial, sendo que alguns pagamentos começaram a ser feitos logo no início deste ano, no dia 13 de janeiro de 2022.

Porém, apesar disso, é importante destacar que os novos pagamentos do benefício emergencial são exclusivos para os pais solteiros que são chefes de família. Pais que criam os seus filhos sozinhos e que, por um motivo bem específico, estão tendo o direito a receber estes novos pagamentos do Auxílio Emergencial 2022.

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Durante o primeiro ano de pagamentos do Auxílio Emergencial, os pais solteiros chefes de família receberam apenas a parcela simples do benefício, ou seja, não tiveram o direito de receber os pagamentos em dobro, condição que foi concedida para as mães solteiras.

Dessa forma, as mães solteiras receberam os valores dobrados de Auxílio Emergencial, mas os pais solteiros não tiveram esse mesmo direito. Esse entendimento permaneceu por algum tempo, até que o Congresso Nacional fez um movimento que conseguiu reverter esse cenário, que foi resultado de um veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) anteriormente.

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Consulta do Auxílio Emergencial Dataprev 2022.

Os pagamentos que estão sendo realizados em 2022 do Auxílio Emergencial são, na verdade, retroativos. A partir de então, os pais solteiros que são chefes de família tem o direito de receber parcelas novas do Auxílio Emergencial.

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Auxílio Emergencial 2022 para pais solteiros já tem a consulta liberada no site oficial da Dataprev na Internet. Por meio dessa consulta, o potencial beneficiário tem a oportunidade de conferir se vai receber as próximas parcelas do benefício emergencial.

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O site em que a Consulta do Auxílio Emergencial 2022 pode ser feita é o seguinte: https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/consulta/#/.

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Neste endereço eletrônico que foi citado logo acima, a consulta do auxílio pode ser feita de forma a informar o número do CPF (Cadastro da Pessoa Física), o nome completo e o nome da mãe. Além disso, também é preciso informar a data de nascimento e marcar a caixa que diz “Sou humano“.

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Dataprev auxílio emergencial caixa

Dataprev tudo que você precisa saber sobre o auxílio emergencial caixa

Com tantas atualizações que ocorrem com o benefício do auxílio emergencial a nova rodada conta com uma atualização diferente, pensando em ajudar muitos cidadãos brasileiros que não sabem ser irão receber ou não o benefício.

Montamos um tutorial que vai te ensinar de maneira simples e bem otimizada como consultar Auxílio Emergencial Caixa.

A nova rodada do benefício varia de R$ 150 a R$ 375 a análise da nova rodada de pagamento só depende do Dataprev.

Dataprev Auxílio emergencial Caixa o benefício pode ser consultado no próprio site oficial.

Quem se cadastrou pode acompanhar a situação e pedido de contestação do benefício negado.

Em maio de 2020, a Dataprev lançou um site para consultar a assistência de emergência online.

Quem se inscreve para receber 600 reais ou 300 reais para atendimento emergencial em 2020, ou que queira acompanhar o andamento do novo atendimento emergencial 2021, pode fazê-lo online.

De acordo com a Dataprev, o portal agora pode ser usado para pesquisar o CPF dos candidatos.

Segundo a empresa, o objetivo é tornar transparentes os procedimentos de análise, processamento, aprovação e pagamento.

Da mesma forma, por meio do site Dataprev, até 2020, é possível lutar contra atendimentos emergenciais rejeitados ou cancelados na tentativa de colher os benefícios.

Com o lançamento do novo edital de atendimento emergencial 2021, o site da Dataprev também deverá ser utilizado para acompanhamento do processo.

No entanto, atualmente não há informações sobre se ele pode ser usado para impedir o cancelamento do auxílio em 2021.

Da mesma forma, por meio do site Dataprev, até 2020, é possível lutar contra atendimentos emergenciais rejeitados ou cancelados na tentativa de colher os benefícios.

Com o lançamento do novo edital de atendimento emergencial 2021, o site da Dataprev também deverá ser utilizado para acompanhamento do processo.

No entanto, atualmente não há informações sobre se ele pode ser usado para impedir o cancelamento do auxílio em 2021.

Dataprev Auxílio Emergencial Caixa como acompanhar

É bem simples e fácil, confira o tutorial a seguir:

De acordo com o comunicado da Dataprev, quem se inscreve no atendimento emergencial pode acompanhar todos os detalhes da solicitação.

Como o resultado, a data de recebimento e envio dos dados pela Caixa à Dataprev e vice-versa, e o motivo do embasamento do atendimento tem foi rejeitado.

A análise da segunda rodada do benefício pode ser feita diretamente no site do Dataprev.

Dataprev Auxílio emergencial Caixa negado ou cancelado?

  1. Primeiro passo é acessar o site oficial do Dataprev através do https://consultaauxilio.dataprev.gov.br/consulta/#/;
  2. Insira todos os dados solicitados, tenha atenção nesta parte;
  3. Na tela onde aparece a mensagem de resultado, basta pressionar o botão “Contestar análise”. Ao contestar você deve comprovar o porque merece receber o benefício dentro do recurso que foi negado;
  4. Hoje não há um prazo especifico, mais a resposta da contestação será data no próprio site do Dataprev ou através do aplicativo.

Dataprev auxilio emergencial Caixa 2021 porque seu benefício pode ser NEGADO?

Em março de 2021, foi confirmado o pagamento de quatro novos lotes de atendimento emergencial, uma forma de apoio aos trabalhadores em dificuldades financeiras durante a pandemia.

Porém, à medida que as regras mudam, nem todo mundo que recebe subsídio em 2020 o receberá em 2021.

A partir de 2 de abril, será publicada no site da Dataprev uma consulta para determinar quem está na lista de pagamentos 2021 e quem não está na lista de pagamentos 2021.

Se o seu benefício foi NEGADO, veja alguns dos motivos abaixo, que podem explicar o que aconteceu e ver como contestar um benefício negado.

Na nova regra outras pessoas da família irão receber o auxílio emergencial:

Nas novas regras de atendimento emergencial de 2021, cada família pode acomodar no máximo uma pessoa. Isso significa que existe apenas um beneficiário por família. Os critérios de prioridade para seleção são:

  • A primeira data de nascimento, se houver relação, a prioridade será dada às mulheres;
  • Para fins de empate, se necessário, organize-as em ordem alfabética por nome;
  • Mulheres desde que essas sejam provedoras de famílias monoparental.

Auxílio Emergencial Caixa Negado

Para receber atendimento emergencial em 2021, você deve ser familiar com renda total mensal de até três salários mínimos.

Além disso, a renda domiciliar per capita (per capita) não pode ultrapassar a metade de um salário mínimo.

Por exemplo, considerando o salário mínimo atual de R $ 1.100: a renda máxima de cada pessoa da família deveria ser de R $ 3.300.

Ao mesmo tempo, ao dividir a renda familiar total pelo número de pessoas, o valor máximo por pessoa deve ser de R $ 550 (meio salário mínimo).

Caso você não tenha usado o benefício em 2020 não poderá participar do auxílio emergencial.

Aqueles que foram aprovados em 2020, receberam parcelas do “Na poupança virtual da Caixa”, mas não utilizaram os recursos, então não receberão auxílio em 2021.

Pessoas que tiveram o auxílio cancelado em 2020.

O banco de dados para verificar quem é qualificado e quem não é qualificado está sempre atualizado.

No ano passado, esse processo de fiscalização constante fez com que as pessoas cancelassem benefícios, mesmo que já tivessem parcelado.

Em 2021, nenhuma bolsa será paga para quem cancelou o atendimento emergencial (600 reais ou 1.200 reais) e cancelou o restante do atendimento emergencial (300 reais ou 600 reais).

Dataprev auxilio emergencial Caixa vínculo empregatício

Em 2021, as pessoas com carteira assinada ou outro contrato de trabalho, ou que estejam recebendo subsídios da previdência social, assistência, trabalho ou transferência de renda federal (exceto bônus e Bolsa Família), não poderão receber auxílio.

Isso significa, por exemplo, se você conseguir um emprego com carteira assinada ou algum tipo de pensão do INSS, não terá acesso ao auxílio.

Essas regras entraram em vigor no ano passado, mas vale a pena mencionar se sua situação mudou desde 2020.

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Vacinas contra a COVID-19: o que você precisa saber

Tire todas as suas dúvidas sobre as vacinas disponíveis no mundo para combater o novo coronavírus

1. Como funciona uma Vacinas coronavirus?

As vacinas são o meio mais seguro e eficaz de as pessoas se protegerem contra determinadas doenças infecciosas e são obtidas a partir de partículas do próprio agente agressor, na forma atenuada (enfraquecida) ou inativada (morta).

Quando nosso organismo é atacado por um vírus ou bactéria, nosso sistema imunológico trabalha para frear a ação desses agentes estranhos. Infelizmente, nem sempre essa “operação” é bem-sucedida e, quando isso ocorre, ficamos doentes. As vacinas, por sua vez, se passam por agentes infecciosos de forma a estimular a produção de nossas defesas, por meio de anticorpos específicos contra o “inimigo”. Dessa forma, elas ensinam o nosso organismo a se defender de forma eficaz.

E, quando o ataque de verdade acontece, a defesa é reativada por meio da memória do sistema imunológico. É isso que limita a ação inimiga ou, como acontece na maioria das vezes, a elimina totalmente, antes que a doença se instale.

2. Como se desenvolve uma Vacinas coronavirus?

O desenvolvimento de uma vacina costuma ser longo, podendo levar, em média, 10 anos para entrar no mercado. O processo costuma seguir as seguintes etapas:

  1. Fase exploratória: momento de entender a doença, estudar a estrutura biológica do seu agente infeccioso (isolando-o) e seus dados epidemiológicos, como origem, modo de transmissão, proteínas que ele utiliza para realizar a infecção, entre outras questões. Nessa etapa, também é necessário identificar os genes que desencadeiam, no organismo humano, uma resposta imune eficaz. Ou, então, se necessário, a possibilidade de sua remodelação genética, para aumentar a eficiência do imunizante
  2. Fase pré-clínica: aqui, se verifica se os antígenos são capazes de induzir uma resposta imune protetora e se são seguros, ou seja, bem tolerados pelo organismo humano e sem efeitos colaterais. É nesta etapa que se realizam testes em animais – geralmente roedores ou primatas, devido à similaridade com o organismo humano – para avaliar possíveis respostas celulares esperadas. Nesta fase, também podem surgir informações sobre a dose inicial ser segura para a próxima fase e qual método mais seguro de administração da vacina.
  3. Desenvolvimento clínico: é a fase mais importante do processo, pois é quando a vacina é testada em humanos. Ele consiste em três etapas:

a. Na primeira, ocorre o teste em um grupo reduzido de pessoas (de 20 a 80 indivíduos) e de menor diferença etária (geralmente adultos com mais de 25 e menos de 60 anos). Mesmo em vacinas destinadas a crianças, recomenda-se que esta etapa utilize voluntários adultos, já que o objetivo é observar os efeitos de forma geral

b. Na segunda etapa, o grupo de pessoas testadas aumenta para algumas centenas e em diversidade de voluntários, incluindo maior variedade de faixas etárias, pessoas pertencentes a grupos de risco e infectados assintomáticos. O objetivo é estudar a segurança e a imunogenicidade (capacidade de reação do sistema imunológico contra o antígeno), além de verificar a quantidade de doses necessárias e o método de administração da vacina

c. A terceira etapa reúne um grupo ainda maior de voluntários, geralmente milhares deles. Novamente, se analisa a segurança da vacina, já que alguns efeitos colaterais podem não ter ficado tão evidentes anteriormente. Os testes ocorrem aleatoriamente, com a aplicação de uma vacina experimental e um placebo, para comparação – contrastando os efeitos produzidos entre os voluntários que tomaram a vacina e os que tomaram o placebo

  1. Regularização e pós-comercialização: é a fase de autorização regulatória, que varia de acordo com as normas de cada país. Uma vez autorizada, a vacina pode ser fabricada, distribuída e aplicada. Entretanto, o processo não acaba nesta etapa. Existe, ainda, uma fase de pós-comercialização ou de controle de qualidade, na qual acontece o monitoramento dos resultados quando a vacina já está em uso geral e quando se observa como ela atua frente a possíveis mutações do vírus, além de se verificar a necessidade de modificá-la para imunização contra novas variantes

3. Por que a Vacinas coronavirus contra a COVID-19 foi desenvolvida em tempo recorde?

Diversos fatores foram essenciais para que a vacina contra o Sars-CoV-2 fosse desenvolvida, autorizada e produzida em um prazo muito inferior ao das demais imunizações existentes até então. Em primeiro lugar, a solução para o fim da pandemia é um desejo mundial, portanto, muitas iniciativas públicas e privadas investiram (e ainda investem) recursos financeiros altíssimos nesses estudos. Além disso, como a COVID-19 tomou proporções mundiais, em apenas um ano, cerca de 280 mil estudos científicos foram produzidos com um único objetivo: minimizar os efeitos do Sars-CoV-2 na saúde das pessoas e, consequentemente, na economia. Todas essas produções científicas contribuem, em maior ou menor grau, para a compreensão do vírus. Outro ponto a se levar em conta é que, como há muitas pessoas infectadas ao mesmo tempo, em todo o mundo, é possível obter respostas científicas muito mais rápidas. Por fim, as vacinas partiram de tecnologias já existentes, o que acelerou o processo de desenvolvimento. Soma-se a isso o fato de os governos do mundo todo estarem realizando aprovações regulatórias emergenciais para o início imediato das imunizações. No Brasil, o órgão responsável por essas aprovações é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

4. Mesmo disponibilizada em tempo recorde, essas vacinas são seguras?

Todas as vacinas já existentes e as específicas para a COVID-19 são submetidas a ensaios clínicos rigorosos. Conforme o seu desenvolvimento progride, a segurança continua sendo avaliada. E, mesmo quando já estão em uso geral, cientistas, órgãos governamentais e organizações de saúde pública continuam a coletar dados sobre possíveis efeitos adversos. No caso das vacinas contra o novo coronavírus, o tempo recorde de desenvolvimento, produção e distribuição não invalida sua eficácia e segurança, conforme já explicado na pergunta 3.

5. Por que uma vacina é a melhor alternativa contra a COVID-19?

Porque a vacina é capaz de interromper a circulação do vírus de forma controlada e sustentada. Mas isso só é possível se uma parcela significativa da população for vacinada. Com a vacinação em massa da população, torna-se impossível que o Sars-CoV-2 encontre hospedeiros e, com isso, se reduz drasticamente o número de pessoas infectadas. Confira aqui perguntas e respostas sobre a COVID-19.

6. Quais tipos de vacinas já existem contra a COVID-19?

Existem quase 300 vacinas contra a COVID-19 em desenvolvimento. Cerca de 70 delas estão em fase de testes em humanos. Destas, algumas já foram autorizadas pelos órgãos regulatórios de diversos países e estão sendo utilizadas para imunizar suas populações. Conheça os vários tipos de vacinas que estão sendo desenvolvidas:

  1. Vacinas com o vírus inativado: têm como base um vírus que passou por um tratamento químico que o torna incapaz de se replicar. É a mesma estratégia utilizada nas vacinas contra a poliomielite, por exemplo. Esta é a metodologia da CoronaVac®, que está sendo produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, em parceria com a SinoVac
  2. Vacinas com vetor viral não replicante: estratégia ainda inédita em seres humanos, utiliza um adenovírus inofensivo como meio de transporte para uma proteína do Sars-CoV-2, a espícula S, que o coronavírus usa para invadir as células humanas. O contato com o adenovírus permite uma resposta do organismo contra essa proteína. Esse é o caso das vacinas da AstraZeneca/Universidade de Oxford (imunizante que será produzido pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – no Rio de Janeiro, graças a um acordo do laboratório britânico com o Ministério da Saúde), da Janssen/Johnson & Johnson e do Instituto Gamaleya (Sputnik V), da Rússia
  3. Vacinas com RNA mensageiro ou mRNA: nesse tipo de vacina, o mRNA leva a mensagem do gene da proteína “S” do Sars-CoV-2 para as células, ativando a resposta imune do nosso corpo. Trata-se de uma nova tecnologia, com a vantagem de rápida produção, porém, com uma necessidade de armazenamento em temperaturas muito baixas, tornando sua distribuição mais complexa. As vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna são baseadas nessa estratégia. Importante destacar que é falsa a informação de que esses tipos de vacinas podem alterar nossos genes. O mRNA não tem a capacidade de entrar no núcleo celular e modificar o genoma, não causando, portanto, mutação nem danos genéticos

7. Eu devo me vacinar contra a COVID-19?

Sim, desde que não haja contraindicações para sua saúde (veja a resposta da pergunta 8). A vacinação está entre os instrumentos de maior impacto positivo na saúde pública em todo o mundo, contribuindo de forma inquestionável para a redução de mortalidade e o aumento da qualidade e da expectativa de vida. No caso das vacinas contra a COVID-19, essa atitude pode controlar uma pandemia pela qual o mundo vem passando desde março de 2020. Ou seja, vacinar-se, além de proteger o seu organismo contra o novo coronavírus, é sinônimo de proteção coletiva, não apenas individual. É importante destacar, inclusive, que todas as vacinas em fase avançada de testes têm sido testadas também em pessoas com comorbidades, como obesidade, câncer, hepatite, diabetes, HIV e cardiopatias. A resposta tem sido igual à dos demais grupos, não havendo, portanto, contraindicações.

8. Quem ainda não pode se vacinar contra a COVID-19?

A princípio, ainda não foram realizados testes clínicos em menores de 18 anos, gestantes e puérperas por nenhuma das instituições que já estão distribuindo as vacinas contra a COVID-19 no mundo. Portanto, ainda não está prevista a vacinação para estes grupos, exceto no caso de indicação médica específica, ponderando os riscos x benefícios da vacinação. Além disso, há contraindicações para pessoas com histórico de reações alérgicas severas (anafilaxia) aos componentes das vacinas. A quem tem histórico de alergias a alimentos, animais de estimação, insetos ou outros, o Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC, na sigla em inglês) recomenda que prossiga com a vacinação, com um período de observação.

Conforme estabelecido pelo Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, no Brasil, as contraindicações para vacinação são para:

  • Pessoas menores de 18 anos de idade
  • Gestantes
  • Pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior de uma vacina contra COVID-19
  • Pessoas que apresentaram uma reação anafilática confirmada a qualquer componente da(s) vacina(s)

9. Quando uma vacina começa a fazer efeito?

Em geral, alguns imunizantes começam a fazer efeito 10 dias após a aplicação da primeira dose. No entanto, o efeito completo é esperado em 15 a 30 dias após a segunda dose. E existem variações entre as vacinas já disponíveis.

10. É possível uma vacina causar a COVID-19?

Não. Nenhuma das vacinas em fase avançada de desenvolvimento usa o vírus Sars-CoV-2 de forma atenuada, o que seria a única possibilidade, ainda que remota, de haver reversão para a forma ativa, contaminando a pessoa vacinada.

11. Quem já teve COVID-19 comprovadamente precisará se vacinar?

Sim, a vacina será oferecida mesmo para as pessoas que já tiveram a COVID-19 e não será necessário fazer exames prévios. Entretanto, qualquer pessoa atualmente infectada com COVID-19 deve esperar para ser vacinada até que sua doença tenha sido resolvida e depois de finalizar o período recomendado de isolamento para ser vacinada.Acredita-se que a imunidade conferida pelas vacinas seja maior do que a alcançada pela infecção natural. Além disso, não há contraindicações nesses casos. 

12. A vacina impedirá que as pessoas sejam infectadas com o Sars-Cov-2 ou que desenvolvam sintomas da COVID-19?

As vacinas têm a capacidade de reduzir a chance de a pessoa se infectar, mas existem diferentes tipos de proteção, como prevenir infecção, impedir a manifestação dos sintomas ou prevenir contra um quadro mais grave. Até o momento, as diversas vacinas produzidas e que já estão sendo utilizadas contra a COVID-19 foram eficazes em diminuir a proporção de casos sintomáticos da doença em até 95%. Entretanto, um dos principais objetivos das vacinas é prevenir os casos mais severos da doença, reduzindo as internações hospitalares, necessidade de oxigenioterapia, admissões em unidades de terapia intensiva, sequelas da doença e óbitos causados nos pacientes mais vulneráveis. No entanto, ainda não se sabe se elas protegem contra a infecção viral em pacientes assintomáticos.

13. Mesmo vacinada, existe a possibilidade de uma pessoa ser infectada e transmitir a COVID-19?

É uma possibilidade. Os testes das vacinas focaram na capacidade de evitar que as pessoas adoeçam com a COVID-19. Até o momento, a capacidade de impedir a infecção não está sendo avaliada pela maioria dos testes clínicos, pois demanda mais tempo e esforços. Portanto, ainda não se sabe se uma pessoa vacinada que seja infectada poderá transmitir o Sars-CoV-2 de forma assintomática.

14. Então, depois de vacinada, uma pessoa ainda terá de usar máscara e manter todos os cuidados necessários atualmente, como lavar as mãos com frequência, higienizar objetos, entre outros?

Todos, mesmo que vacinados, ainda terão de continuar a usar máscara e a fazer distanciamento social por um bom tempo, até ocorrer uma redução drástica dos casos de COVID-19. Isso se faz necessário porque, em um primeiro momento, apenas parte da população será vacinada. Além disso, não se sabe se as vacinas vão conseguir impedir a transmissão e tirar o novo coronavírus de circulação ou se apenas impedirão que as pessoas vacinadas adoeçam com a COVID-19.

15. Quais são os efeitos colaterais mais comuns das vacinas contra a COVID-19?

Em primeiro lugar, é importante compreender que toda e qualquer vacina pode causar desconforto, como vermelhidão e inchaço no local da aplicação e tontura. Raramente elas provocam efeitos colaterais graves, assim como qualquer medicação. É importante destacar que as pesquisas atuais para as vacinas contra o coronavírus ainda não tiveram tempo para detectar eventuais efeitos colaterais tardios. Isso será realizado concomitantemente ao processo de vacinação. Entretanto, não há motivo para pânico, afinal, nenhuma das vacinas testadas provocou reações fora do esperado. Em geral, os efeitos colaterais mais comuns, além dos desconfortos citados acima, são: fadiga, dor de cabeça, muscular ou nas articulações, calafrios e febre.

16. As clínicas particulares e planos de saúde vão oferecer vacinas contra a COVID-19?

Neste primeiro momento, não. De acordo com o plano do Ministério da Saúde, os primeiros a receber as vacinas na rede pública são os idosos que vivem em asilos, indígenas e profissionais de saúde da linha de frente do combate à COVID-19. Essas pessoas receberão a imunização nos municípios onde vivem/trabalham, sob a coordenação de cada gestor de saúde municipal.

17. Uma pessoa pode tomar mais de um tipo de vacina para COVID-19?

Não. É importante lembrar que, neste momento, não existem vacinas para todos, portanto, deve-se tomar apenas um tipo. Além disso, ainda não foram avaliados os efeitos da combinação de diferentes tipos, em termos de segurança. Sendo assim, é melhor não correr o risco. Por isso, o Ministério da Saúde, pede que todos os brasileiros baixem o app Conecte SUS. Nele, o cidadão pode acessar seu histórico de vacinação (incluindo lote e fabricante da vacina), consultas e exames feitos na rede pública, bem como ter o cadastro necessário para apresentar no posto de saúde na hora da vacinação contra o coronavírus. Se a pessoa não tiver o aplicativo, não será um impeditivo para se vacinar, mas pode facilitar o processo, caso ela não esteja com seu cartão físico.

18. Quem tomar a vacina contra a COVID-19 também deve se vacinar contra a gripe em 2021?

Sim, a vacina da COVID-19 não protegerá contra a Influenza e, tampouco, a vacina da gripe protegerá contra a COVID-19, pois se tratam de vírus totalmente diferentes. A vacina da gripe, que já está prevista no calendário nacional de vacinação, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B.

19. Quem está com febre e/ou tomando antibiótico pode tomar a vacina?

Em geral, como acontece com todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de pessoas que já tiveram infecção ou testaram positivo para COVID-19. É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença. Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com infecção aguda confirmada, para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas. Quem está tomando antibiótico deve consultar seu médico para obter a melhor orientação.

20. Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?

O órgão regulador brasileiro para a autorização de vacinas em território nacional, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou, em 17 de janeiro, o uso emergencial da CoronaVac®, desenvolvida pelo laboratório SinoVac em parceria com o Instituto Butantã, e da vacina da Universidade de Oxford, denominada Covishield® e desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz.

21. O que significa dizer que a CoronaVac® tem eficácia de 50,38%?

Significa que, de cada 100 pessoas vacinadas que tiverem contato com o vírus, 50 delas NÃO manifestarão a doença devido à imunidade dada pela vacina. Dessas 100 pessoas vacinadas, nenhuma delas desenvolveu a forma grave ou moderada da doença, isso é, nenhuma delas precisou de hospitalização. Este efeito é um dos mais importantes, prevenir a forma grave da doença, que traz sequelas e até mesmo a morte. É consenso, na pesquisa clínica internacional, que vacinas com mais de 50% de eficácia nos testes sejam utilizadas e tragam benefícios à população, desde que a maior parte das pessoas sejam imunizadas. Existem outros dados da CoronaVac® a serem considerados: para quem ficou doente, a vacina reduziu em 78% a chance de ter uma doença leve que precise de assistência médica.

22. E qual a eficácia da vacina de Oxford?

Nos testes realizados, a vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes: na primeira delas, os voluntários receberam metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90%. Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%. Esses dois resultados permitiram obter eficácia média de 70%.

Fonte: https://www.unimed.coop.br/viver-bem/coronavirus/vacinas-contra-a-covid-19-o-que-voce-precisa-sab-1

Vacinas contra a COVID-19: o que você precisa saber Leia Mais

Remdesivir preço

Tratamento contra a Covid-19 com remdesivir custa R$ 17 mil

Medicamento antiviral foi aprovado para uso no Brasil apenas em pacientes hospitalizados e que não estejam intubados

Aprovado para uso no tratamento da Covid-19 no Brasil, o antiviral remdesivir tem limitações desde quais pacientes podem recebê-lo até o preço. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a droga somente para ambientes hospitalares, em pacientes que estejam internados com quadro de pneumonia causada pelo coronavírus e que necessitem de oxigênio suplementar — mas não para quem esteja intubado ou fazendo uso de ECMO (oxigenação por membrana extracorporal).

Quem se encaixar nos critérios ainda terá que desembolsar um valor inacessível para a maior parte dos brasileiros. O tratamento de cinco dias (mínimo exigido) tem custo tabelado médio de US$ 3.120 (cerca de R$ 17,3 mil no câmbio de hoje), segundo informações do desenvolvedor, a farmacêutica norte-americana Gilead Sciences.

Todavia, ainda não há preço da droga definido no Brasil, segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.

O valor deve ser estabelecido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) a partir de agora. Outro ponto que poderá ser definido posteriormente é a eventual cobertura do remdesivir pelos planos de saúde, decisão que cabe à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Conheça o medicamento

O remdesivir foi desenvolvido inicialmente para o tratamento da hepatite C e utilizado de forma experimental contra o ebola. Pesquisa em camundongos mostrou que o remédio tinha capacidade de combater a SARS (síndrome respiratória aguda grave) e a MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio), doenças provocadas por micro-organismos similares ao SARS-CoV-2.

A Anvisa levou em conta para a aprovação dados do estudo do medicamento que mostram uma redução do tempo médio de hospitalização em pacientes que fizeram uso do remdesivir. Em um ensaio comparativo, pessoas internadas com covid-19 que receberam a droga ficaram cerca de 10 dias no hospital, enquanto os que não receberam permaneceram por 15 dias.

Anvisa aprova uso do antiviral Remdesivir por pacientes com Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do Remdesivir contra a covid-19, sendo o primeiro medicamento antiviral a ter recomendação em bula para pacientes com o novo coronavírus.

Também nesta sexta, a Anvisa concedeu o registro definitivo para a vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca. Dessa forma, a vacina está liberada para ser utilizada na população em geral.

Raphael Sanchez, especialista da gerência de qualidade de medicamentos da Anvisa, afirmou que que, ao contrário das vacinas, o Remdesivir não fez uso da submissão contínua no processo de autorização de uso.

“A submissão se deu em 6 de agosto de 2020, quando tivemos contato com o dossiê completo. Depois da submissão, também tivemos algumas conversas para entender melhor pois é um medicamento desenvolvido com bastante celeridade e muitos aspectos ainda não estão fechados”, explicou.

A droga já foi aprovada para uso nos Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Austrália, entre outros. Em outubro do ano passado, um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) concluiu que o remdesivir não tem influência positiva no tempo de internação. Os resultados foram questionados pela Gilead.

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Governo Bolsonaro inviabiliza pagamento de R$ 600 do auxílio emergencial

Governo Bolsonaro inviabiliza pagamento de R$ 600 do auxílio emergencial

Em segundo turno, os senadores aprovaram a PEC Emergencial que terá um limite de R$ 44 bilhões para o pagamento do auxílio a milhões de brasileiros que estão sem renda em consequência da pandemia do coronavírus

Os senadores concluíram nesta quinta-feira (4) a votação da PEC Emergencial para o pagamento do auxílio emergencial. Os governistas derrubam um destaque do PT que impedia a limitação do custo do programa em R$ 44 bilhões. Com isso, o governo Bolsonaro inviabiliza o pagamento de R$ 600 para milhões de brasileiros que estão sem renda em consequência dos efeitos da pandemia do coronavírus. A proposta segue para a Câmara.

Foram 62 votos a favor do texto-base no segundo turno, mesmo número de votos da primeira etapa de votação. O texto passou pelo primeiro turno nesta quarta-feira (3). A aprovação da PEC foi possível após acordo entre governo e oposição para a quebra de interstício (prazo). Sem o acordo, o segundo turno ficaria para a próxima semana.

A PEC permite que o auxílio emergencial seja financiado com créditos extraordinários, que não são limitados pelo teto de gastos. As despesas com o programa não serão contabilizadas para a meta de resultado fiscal primário e também não serão afetadas pela chamada regra de ouro — mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, de custeio da máquina pública. 

Com o limite, o governo quer apenas uma desculpa para não pagar um auxílio de R$ 600, apontou a senadora Leila Barros (PSB-DF). “O cheque em branco é para o governo fazer a parte dele. No ano passado, o governo queria dar R$ 200, mas foi o Congresso que aprovou R$ 600”, lembrou a senadora.

O senador Paulo Rocha (PA), líder do PT na Casa, disse que os governistas votaram contra o auxílio emergencial de R$ 600. “Além do valor, o número de beneficiados também deverá será menor”, previu.

“Em troca de liberar quatro novas parcelas de um auxílio emergencial reduzido, o Planalto exigiu a aprovação da medida, que promove um amplo arrocho fiscal no país, punindo servidores públicos, desvinculando receitas e acabando com fundos setoriais”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE).

O líder da oposição, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apontou a “chantagem” do Planalto. “O governo se aproveita da circunstância dramática, da situação terrível de milhares de brasileiros mortos, do drama de milhares de famílias, para empurrar uma proposta de emenda à Constituição com exigências que poderiam ser votadas dentro do calendário comum”, disse.

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Com informações da Agência Senado e RBA

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Cachorros são ameaçados de morte em cartazes pregados em portão de galpão em Fortaleza

Cachorros são ameaçados de morte em cartazes pregados em portão de galpão em Fortaleza

Dois cartazes com ameaças a cães foram pregados no portão de um galpão na rua Tianguá, no bairro Parreão, em Fortaleza, nesta quinta-feira (17). A mensagem indica que, caso os donos não tirem os animais do galpão, eles serão envenenados. Nesta sexta-feira (18), moradores da vizinhança relatam que os avisos ainda permaneciam fixos no local.

Retirem com urgência esses cachorros desse prédio. Caso contrário, serão envenenados, não nos restará outra saída. Não só minha família, como também várias outras aqui da rua, estão desesperadas com o barulho que esses cães fazem. Esperamos não tomar medidas drásticas. O aviso está dado”, diz a ameaça escrita nos cartazes.

Vizinho do galpão, um homem que preferiu não se identificar relatou que os animais são alimentados pela vizinhança e que os donos dos cães aparecem no local com pouca frequência. O professor se diz indignado com a ameaça sofrida pelos animais.

“Sou vizinho. Causou indignação não só em mim, mas nos outros moradores da rua. Muitos criam animais, seja cachorro ou gato. Não crio animais, mas já criei. Minha vizinha de baixo tem duas gatas”, afirma. “Saber que alguém pode fazer tamanha crueldade com os pobres animais, nos causa revolta mesmo. São vidas”, pontua.

A Polícia Militar informou, em nota, que não tomou conhecimento sobre o caso e ressalta a importância do registro da ocorrência, através de um boletim.

A PM também ressaltou que foi sancionada, no dia 29 de setembro deste ano, a lei 1.095/2019, que aumenta a punição para quem maltratar, ferir ou mutilar animais. A legislação prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Fonte SVM

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